Foto: Divulgação
Agentes das Policias Penais desencadearam, entre segunda e sexta-feira (20), da semana passada, a Operação Mute, visando retirar celulares de oito unidades prisionais do Estado, para combater a comunicação ilícita do crime organizado e reduzir índices de criminalidade. As ações foram coordenadas pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).
Nestas operações participaram 454 policiais penais, entre integrantes do Grupo de Ações Especiais (Gaes), dos Grupos de Intervenção Rápida (GIRs) das 1ª, 2ª, 3ª, 6ª, 9ª e 10ª Regiões Penitenciárias das Delegacias Penitenciárias Regionais, das próprias unidades prisionais, do Canil e da Inteligência da Susepe. A ação também recebeu o apoio da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
Na última sexta-feira (20), as revistas ocorreram na Penitenciária Estadual de Porto Alegre, no Presídio Regional de Bagé e nas penitenciárias moduladas de Montenegro e Ijuí. Na quinta (19), na Penitenciária Modulada de Osório e, na segunda (16), em três estabelecimentos de Santa Maria: na penitenciária, no presídio e no instituto penal. Ao todo, foram revistadas 24 galerias, 344 celas e 2.604 presos, sendo apreendidos celulares, carregadores e chips, além de entorpecentes.
Segundo o secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Luiz Henrique Viana, o sucesso da Operação Mute, realizada simultaneamente em 23 Estados, faz parte das ações estratégicas que têm como objetivo contribuir para a redução dos índices de criminalidade:
“Destaco o papel dos servidores da Polícia Penal que atuaram nessa importante operação em oito casas prisionais do Rio Grande do Sul, garantindo mais segurança para a sociedade gaúcha”, disse.
O superintendente da Polícia Penal, Mateus Schwartz, destacou a relevância da ação e da participação da instituição:
“A integração entre as forças de segurança é fundamental no combate às organizações criminosas e para a consequente redução dos índices de criminalidade. O sucesso da Operação Mute demonstra a nossa capacidade de articulação em nível nacional”, frisou.
Schwartz ressaltou ainda que, por meio do programa RS Seguro, do governo estadual, a Polícia Penal também participa de outras ações conjuntas envolvendo todos os agentes da segurança pública, como é o caso de operações com a Polícia Civil, cumprimentos de mandados de busca e apreensão, troca de informações entre as agências de inteligência e fiscalizações de prisões domiciliares.
Fonte: Susepe RS
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