Para muita gente, o dia só começa depois de uma boa xícara de café. Mas o que pouca gente sabe é que nem todo tipo de café deveria estar nas prateleiras dos supermercado, e, segundo especialistas, há uma variedade que pode até fazer mais mal do que bem.
O café Torrefacto, por exemplo, deveria ser retirado do mercado. Isso porque esse tipo de café, bastante consumido, tem um processo questionável.
Além do açúcar que é colocado, ele é queimado durante a torra. Isso não melhora em nada a bebida. O café Torrefacto escurece a água, mas entrega um sabor ruim.
A prática de adicionar açúcar durante a torra tem várias explicações. Algumas dizem que era uma forma de aumentar o peso do produto e baratear os custos. Outras, que o açúcar ajudaria a conservar os grãos ou melhorar o sabor.
Café bom custa mais, mas tem motivo
Cafés especiais, embora mais caros, são produzidos com cuidado em cada etapa: colheita no ponto certo, grãos bem selecionados e fermentação controlada. Isso resulta em sabores mais ricos e complexos, com notas florais, frutadas ou doces.
Já os cafés mais baratos, vendidos em larga escala, costumam ter grãos mal fermentados, verdes ou até estragados. O sabor pode ser amargo, com gosto de terra, ou lembrar azeitonas, um sinal claro de má qualidade, segundo a especialista.
Trocar o café Torrefacto por um café especial é uma decisão que valoriza o sabor e quem trabalha na produção. Café não é só um ritual automático — é uma experiência que pode (e deve) ser prazerosa do começo ao fim.




