{"id":2846,"date":"2025-08-03T13:45:00","date_gmt":"2025-08-03T16:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/?p=2846"},"modified":"2025-07-31T19:40:56","modified_gmt":"2025-07-31T22:40:56","slug":"imagens-ineditas-revelam-especies-surpreendentes-no-fundo-do-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/imagens-ineditas-revelam-especies-surpreendentes-no-fundo-do-mar\/","title":{"rendered":"Imagens in\u00e9ditas revelam esp\u00e9cies surpreendentes no fundo do mar"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma miss\u00e3o cient\u00edfica no fundo do <a href=\"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/o-oceano-esta-cada-vez-mais-verde-e-motivo-e-revelado\/\">Oceano<\/a> Pac\u00edfico trouxe \u00e0 tona imagens in\u00e9ditas e a confirma\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de criaturas marinhas em \u00e1reas antes quase inacess\u00edveis. O estudo, publicado nesta quarta-feira (30) na revista <em>Nature<\/em>, mostra que a vida resiste at\u00e9 nas regi\u00f5es mais in\u00f3spitas do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a expedi\u00e7\u00e3o, pesquisadores exploraram as trincheiras de Kuril-Kamchatka e das <a href=\"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/ilhas-remotas-no-atlantico-tem-mais-de-40-especies-de-peixes\/\">Ilhas<\/a> Aleutas, no noroeste do Pac\u00edfico. Com o aux\u00edlio de um submers\u00edvel, eles encontraram vermes tubulares e moluscos vivendo a cerca de 9,5 quil\u00f4metros de profundidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A profundidade total do oceano pode chegar a 11 quil\u00f4metros. Nessas zonas abissais, a luz solar n\u00e3o alcan\u00e7a, a press\u00e3o \u00e9 extrema e h\u00e1 pouca oferta de alimento \u2014 o que torna a sobreviv\u00eancia ainda mais not\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas j\u00e1 suspeitavam da exist\u00eancia de organismos maiores nessas regi\u00f5es. Agora, as imagens confirmam essas hip\u00f3teses e revelam comunidades marinhas bem mais diversas do que se imaginava.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Vida sem luz<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem luz solar para realizar fotoss\u00edntese, esses seres dependem de outros processos para obter energia. Muitos vivem em simbiose com micr\u00f3bios que transformam compostos qu\u00edmicos em nutrientes.  Acredita-se que parte dessa energia venha do carbono que escorre das camadas superiores do oceano e se acumula nas fossas ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses microrganismos podem metabolizar esse material e liberar subst\u00e2ncias qu\u00edmicas pelas fissuras do fundo do mar, sustentando a cadeia alimentar local.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta abre caminho para novas pesquisas sobre como essas criaturas se adaptaram a condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o extremas. Os cientistas querem entender melhor o funcionamento dessas rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas que sustentam a vida nas profundezas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mengran Du, da Academia Chinesa de Ci\u00eancias, e Vladimir Mordukhovich, da Academia Russa de Ci\u00eancias, destacam que essas esp\u00e9cies desafiam ideias antigas sobre os limites da vida. Segundo eles, esse \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o de uma nova era de estudos sobre os abismos oce\u00e2nicos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma miss\u00e3o cient\u00edfica no fundo do Oceano Pac\u00edfico trouxe \u00e0 tona imagens in\u00e9ditas e a confirma\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de criaturas marinhas em \u00e1reas antes quase inacess\u00edveis. O estudo, publicado nesta quarta-feira (30) na revista Nature, mostra que a vida resiste at\u00e9 nas regi\u00f5es mais in\u00f3spitas do planeta. Durante a expedi\u00e7\u00e3o, pesquisadores exploraram as trincheiras de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2847,"comment_status":"closed","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-2846","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-variedades"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2846","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2846"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2846\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2848,"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2846\/revisions\/2848"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2847"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2846"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2846"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acusticafm.com.br\/variedades\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2846"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}