Um cidadão na Rússia ingressou com uma ação judicial contra a Apple, alegando que um aplicativo de criptomoedas instalado em seu iPhone influenciou sua orientação sexual. Segundo o processo, o homem relata ter recebido uma quantia simbólica em uma moeda digital denominada “GayCoin”, acompanhada da mensagem “Não julgue sem tentar”.

O episódio, informa o autor, teria levado à iniciação de um relacionamento com outro homem, comportamento que ele afirma não ter experimentado anteriormente.
Ele acredita que Apple contribuiu para seu sofrimento psicológico
O processo acusa a gigante de tecnologia de ter contribuído para uma mudança em seu comportamento, causando sofrimento psicológico. Em sua petição, o autor busca indenização por danos morais e defende que a Apple deveria exercer maior controle sobre os aplicativos disponibilizados em sua loja virtual.
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O caso, inusitado e polêmico, vem movimentar os debates sobre o papel das empresas de tecnologia na curadoria dos conteúdos e aplicativos que podem, direta ou indiretamente, influenciar o comportamento dos usuários.
Enquanto a ação judicial prossegue, especialistas discutem os limites entre responsabilidade individual e a influência de ferramentas tecnológicas no cotidiano dos usuários.




