Camaquã

Escola João Goulart retorna à sede após 11 meses da microexplosão

Desde setembro de 2024, quando a escola foi atingida pela microexplosão, as aulas estavam ocorrendo no prédio da Fundasul

A comunidade escolar da EMEF João Belchior Marques Goulart voltou nesta segunda-feira (18) ao prédio original, quase um ano após deixar a sede em setembro de 2024 em razão dos estragos causados pela microexplosão que atingiu Camaquã. A retomada marca os preparativos para o aniversário de 30 anos da instituição.

Escola João Goulart retorna à sede após 11 meses da microexplosão. Foto: Divulgação/SMED.
Escola João Goulart retorna à sede após 11 meses da microexplosão. Foto: Divulgação/SMED.

O retorno foi possível após obras conduzidas pela Secretaria Municipal da Educação e Desporto. Além de investimentos da própria gestão municipal, a reforma da escola contou com recurso de emenda impositiva do vereador Renato Cabeleireiro (União Brasil), que indicou R$ 96 mil para este fim no Orçamento Municipal para o exercício financeiro de 2025. O investimento total da reforma não foi divulgado.

A reabertura contou com a presença do vice-prefeito Luciano Pereira Dias, da secretária Ana Carmelita Martins e de servidores da pasta. Pais de alunos, o presidente do Círculo de Pais e Mestres (CPM) e a comunidade escolar também participaram.

Escola João Goulart retorna à sede após 11 meses da microexplosão. Foto: Divulgação/SMED.
Escola João Goulart retorna à sede após 11 meses da microexplosão. Foto: Divulgação/SMED.

Durante a solenidade, a secretária e o vice-prefeito agradeceram a colaboração das famílias, que ajudaram a manter as atividades enquanto os alunos estavam fora da sede.

Escola João Goulart atende quase 300 alunos

A Escola João Goulart atende quase 300 alunos no ensino fundamental. Segundo dados mais recentes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), são 238 alunos matriculados na instituição de ensino, sendo 189 em anos iniciais, 94 em anos finais e 15 em educação especial.

Escola João Goulart retorna à sede após 11 meses da microexplosão. Foto: Divulgação/SMED.
Escola João Goulart retorna à sede após 11 meses da microexplosão. Foto: Divulgação/SMED.

Desde setembro de 2024, quando a escola foi atingida pela microexplosão, as aulas estavam ocorrendo no prédio da Fundasul.

Relembre o fenômeno climático que causou danos em Camaquã

Um forte temporal, resultado de uma microexplosão, causou estragos significativos em Camaquã na madrugada de 25 de setembro de 2025. A cidade foi atingida por ventos intensos, queda de árvores, postes e destelhamentos, deixando grande parte da população sem energia elétrica.

Camaquã: fenômeno conhecido como microexplosão atingiu o município
Escola João Goulart teve danos ocasionados pelo vendaval. Foto: Reportagem/Rádio Acústica FM
Microexplosão causa estragos em Camaquã. Foto: Arquivo/Rádio Acústica FM.
Microexplosão causa estragos em Camaquã. Foto: Arquivo/Rádio Acústica FM.

Embora estações meteorológicas não tenham registrado ventos extremamente intensos em Camaquã, a concentração dos danos em uma área específica indicou a ocorrência de uma microexplosão, um fenômeno localizado e de grande poder destrutivo.

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A gestão municipal chegou a decretar situação de emergência em razão dos estragos.

 

Tags: Camaquã, Educação, Escola, Microexplosão