A Justiça condenou na terça-feira (9) um homem acusado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul a 16 anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado, por estupro de vulnerável.

Os crimes ocorreram entre 2016 e 2017, na zona rural do município, quando a vítima tinha oito anos. O réu, então com cerca de 60 anos, se aproveitou da convivência familiar e da relação de confiança para cometer os abusos. O Judiciário considerou as circunstâncias graves e destacou a repetição dos atos e o uso de intimidação.
A decisão também determinou o pagamento de indenização mínima equivalente a dez salários mínimos como reparação por danos morais.
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A promotora de Justiça Cristiana Müller Chatkin, responsável pela denúncia, avaliou que a condenação reforça a gravidade de crimes sexuais contra crianças e adolescentes e demonstra a importância de responsabilizar os autores. Para ela, decisões desse tipo contribuem para fortalecer a confiança da sociedade na atuação do Ministério Público e no sistema de Justiça.



