O Instituto-Geral de Perícias (IGP) ainda não concluiu os exames que irão apontar a causa da morte de Gerivaldo Silva de Oliveira, de 47 anos, morador de Dom Feliciano. A identidade foi confirmada nesta quarta-feira (25), após análise da ossada encontrada em 20 de dezembro de 2025, às margens da ERS-350, na localidade de Cerro da Madeira, interior de Encruzilhada do Sul.

Conhecido como “GG”, Gerivaldo estava desaparecido desde 9 de outubro de 2025. Ele foi visto pela última vez ao sair de casa, na localidade Linha Anápio Silveira, com destino a Santa Cruz do Sul, onde, segundo relato feito à família, iria resolver uma dívida. Desde então, não manteve contato.
De acordo com um irmão da vítima, os laudos que devem esclarecer as circunstâncias e a causa da morte ainda não foram finalizados. O corpo só será liberado para velório e sepultamento após a conclusão dos procedimentos.
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Investigação policial
O caso é investigado pela Polícia Civil e a apuração está sob responsabilidade da Delegacia de Santa Cruz do Sul, mas se conecta às investigações conduzidas pelas delegacias de Dom Feliciano e Camaquã, que acompanhavam o desaparecimento desde outubro.
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Até o momento, a polícia não informou se há suspeitos ou indícios sobre as circunstâncias da morte.
Gerivaldo tinha antecedentes criminais, segundo fontes policiais. Em novembro de 2025, uma pichação com a frase “entreguem o GG” foi registrada no monumento de Nossa Senhora de Czestochowa, patrimônio cultural de Dom Feliciano. A possível relação entre o ato e o desaparecimento não foi confirmada pelas autoridades.
Gerivaldo deixa esposa, uma filha e irmãos. A investigação segue até a conclusão dos laudos periciais.




