Trânsito

Zona Sul articula socorro nas rodovias com fim dos pedágios

Período sem concessão obriga nova organização de segurança

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e prefeitos da Zona Sul do Rio Grande do Sul definiram, nesta sexta-feira (27), como funcionará o atendimento a acidentes nas rodovias federais da região após o término do contrato de pedágios com a concessionária Ecovias Sul. O encontro, realizado na sede da Azonasul, em Pelotas, buscou estabelecer uma rede de apoio entre os municípios para suprir a ausência dos serviços de guincho e ambulâncias da empresa privada, que encerra suas atividades em março.

Zona Sul articula socorro nas rodovias com fim dos pedágios
Foto: Divulgação

Fim temporário dos pedágios obriga nova organização na região

Durante a reunião, o superintendente substituto da PRF, Felipe Barth, e chefes de delegacias locais detalharam o fluxo de comunicação necessário para garantir agilidade no socorro às vítimas. Sem a estrutura da concessionária, o atendimento pré-hospitalar — os primeiros socorros realizados antes de o ferido chegar ao hospital — passará a depender de uma integração direta entre as prefeituras e a polícia. O objetivo é evitar que o vácuo operacional comprometa a segurança de quem trafega pelas BRs 116 e 392.

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A estratégia foca na rapidez para a remoção de veículos e na assistência em sinistros, termo técnico para batidas ou capotagens. Com a saída da Ecovias Sul, devido ao fim da concessão de pedágios, a responsabilidade imediata sobre o leito das estradas volta ao governo federal, mas o suporte logístico local será fundamental. A PRF informou que continuará em diálogo com as instituições para manter o serviço eficiente e evitar o isolamento de trechos rodoviários essenciais para o escoamento da produção e o transporte de passageiros na metade sul do Estado.

Tags: acidentes de trânsito, Azonasul, BR-116, br-392, EcoviasSul, fim da concessão, pedagios, Pelotas, PRF, Rio Grande do Sul, rodovias federais, segurança viária, socorro médico