A morte de Angélica Inês Strelow, em Camaquã, provocou forte repercussão também na comunidade escolar frequentada pelas filhas da vítima. Em publicação nas redes sociais, a Escola Osvaldo Aranha divulgou uma nota de pesar na qual lamenta a perda e descreve Angélica como uma mulher dedicada à família. No texto, ela é lembrada como uma mãe presente, alegre e participativa na vida das filhas, além de uma pessoa considerada atuante e batalhadora pela comunidade escolar.

A mensagem também expressa tristeza diante da violência que resultou na morte da mulher e traz um apelo por maior proteção a mães e crianças. A escola destacou o impacto da tragédia entre alunos, professores e funcionários, que conviviam com a família no ambiente escolar. O comunicado reforça a solidariedade à família e aos colegas das crianças neste momento de luto.
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Angélica havia pedido atenção à filha
Nos comentários da publicação, uma manifestação chamou atenção ao relatar que Angélica havia pedido, poucos dias antes, atenção especial à filha mais nova dentro da escola. No texto, a pessoa afirma que a instituição garantiu que a criança estaria segura no ambiente escolar e questiona quem teria protegido a mãe fora daquele espaço.
O caso é investigado pela Polícia Civil. De acordo com informações registradas na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Camaquã (DPPA), um homem de 28 anos foi preso em flagrante após confessar o crime contra a ex-companheira. Ele permanece à disposição da Justiça enquanto a investigação apura as circunstâncias do caso.




