A prefeitura de Camaquã e a direção do Hospital Nossa Senhora Aparecida (HNSA) reúnem-se na tarde desta quarta-feira (29), para buscar soluções contra a superlotação da unidade. O hospital anunciou pela manhã, a restrição na entrada de novos pacientes após atingir o limite da capacidade de segurança.

A medida técnica interrompe o acolhimento no Pronto-Socorro para quem não apresenta risco imediato de morte, priorizando apenas casos gravíssimos ou transferências reguladas pelo Estado.
Prefeitura de Camaquã monitora a situação
O secretário municipal da Saúde, Pedro Mariano, participará do encontro e informou que monitora o reflexo da medida na rede pública. Segundo o secretário, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) operava dentro da normalidade nesta manhã, com três médicos de plantão e suporte de equipe multidisciplinar. O objetivo da prefeitura é evitar que o bloqueio no hospital gere um efeito cascata que inviabilize os atendimentos de urgência e emergência nas demais unidades de saúde do município.
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A suspensão no hospital ocorre porque todos os leitos de observação do HNSA estão ocupados, impedindo novas admissões sem comprometer a segurança dos internos. O hospital informou que há pacientes aguardando internação por tempo prolongado devido à falta de vagas em unidades de destino. Enquanto a restrição durar, a orientação é que moradores com sintomas leves procurem os postos de saúde dos bairros ou a UPA para evitar filas desnecessárias e sobrecarga no sistema hospitalar.



