Sete pré-candidatos disputam o Palácio Piratini nas eleições de outubro de 2026. A corrida ao governo do Rio Grande do Sul tem como eixos centrais o desenvolvimento socioeconômico e a gestão das contas públicas. O cenário eleitoral combina o apoio da atual gestão a um nome do MDB, a articulação da direita em torno de um deputado federal, uma coligação inédita entre PDT e PT na centro-esquerda e alternativas ligadas ao municipalismo e a partidos ideológicos.

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No campo da situação, o vice-governador Gabriel Souza (MDB) encabeça a coligação apoiada pelo governador Eduardo Leite. O grupo reúne PSD, Agir, Solidariedade e PRD com a proposta de manter a política fiscal da atual gestão e dar sequência aos projetos de reconstrução do Estado. Na direita, o deputado federal Tenente Coronel Zucco (PL) unificou setores conservadores ao fechar aliança com o PP, Novo, Podemos, Republicanos e União Brasil, com foco em segurança pública e agronegócio.
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A centro-esquerda apresenta uma articulação inédita desde a redemocratização. O PT decidiu não lançar candidato próprio e formalizou apoio a Juliana Brizola (PDT), em frente ampla composta também por PSB, Avante e pela federação PSOL-Rede. Outra opção de centro é Marcelo Maranata (PSDB), que renunciou à prefeitura de Guaíba para se lançar pela federação PSDB-Cidadania, defendendo a experiência de gestão municipalista como alternativa aos blocos tradicionais.
A disputa estadual nas eleições 2026 conta ainda com candidaturas de legendas de esquerda com atuação ideológica própria. A Unidade Popular (UP) lançou a líder do movimento de moradia Priscila Voigt. O PSTU indicou a dirigente sindical Rejane de Oliveira, ex-presidente do Cpers, sindicato dos professores estaduais. O Partido da Causa Operária (PCO) apresenta a pré-candidatura do militante César Pontes.



