O ex-diretor da Penitenciária Estadual de Rio Grande (PERG) foi condenado a penas que, somadas, chegam a 85 anos e 17 dias de prisão. A sentença mais recente foi divulgada nesta terça-feira (4) pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que também apresentou o balanço final da Operação PERG. Ao todo, sete pessoas foram condenadas nas duas fases da investigação, com penas que totalizam 175 anos, dois meses e 23 dias de reclusão.

Diretor foi condenado por diversos crimes
O principal investigado recebeu condenações em sete processos por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, associação para o tráfico, entrada de celulares em presídio e delitos relacionados a armas e munições. Além das penas, ele perdeu o cargo público. A condenação mais recente estabeleceu 15 anos, 10 meses e 20 dias de prisão, encerrando as ações penais relacionadas ao principal alvo da operação.
Segundo o MPRS, as investigações apontaram que a estrutura da penitenciária teria sido utilizada para a prática de diferentes crimes. A segunda fase da operação também levou à condenação de outros seis envolvidos por corrupção ativa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e entrada de celulares no presídio. Juntos, eles receberam penas que somam 90 anos, dois meses e seis dias de reclusão.
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Ao final das duas fases, a Operação PERG contabilizou sete condenações, três perdas de cargos públicos e o confisco de cinco veículos. O Ministério Público também informou o confisco de R$ 1,34 milhão em bens. A investigação foi conduzida pelo 10º Núcleo Regional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do MPRS.



