Segundo a PF, a nova fase da operação busca aprofundar a apuração sobre possíveis crimes de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial. A investigação aponta que essas práticas teriam continuado mesmo após a primeira etapa da operação, realizada em julho de 2025. Na ocasião, a corporação identificou uma organização criminosa que, conforme as apurações, estruturava o grupo empresarial formado por mais de 60 estabelecimentos.
O empresário apontado pela investigação como líder do grupo foi preso preventivamente durante a primeira fase da operação. Após sua liberação, a Polícia Federal identificou indícios de que a ocultação de patrimônio teria continuado com o uso de terceiros e mudanças na composição societária das empresas. Segundo os investigadores, essas alterações teriam sido feitas para contornar medidas determinadas pela Justiça.
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A apuração também identificou a criação de mais de 50 novas empresas, que seriam utilizadas para reinserir na economia formal recursos supostamente ocultados. Para a Polícia Federal, os elementos reunidos indicam a manutenção de uma estrutura financeira voltada a dificultar o rastreamento de bens e das movimentações econômicas atribuídas ao grupo investigado.