Antes de tudo, escrevo este EDITORIAL -último antes da realização do SEGUNDO TURNO das ELEIÇÕES 2026- com a PLENA CERTEZA DO DEVER CUMPRIDO e REPLETO DE ESPERANÇA de que POSSAMOS COMEMORAR NO FINAL DESTE DOMINGO O -FIM DA ERA PETISTA-, marcada por MUITA CORRUPÇÃO, GASTANÇA ILIMITADA, ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS E NAS ESTATAIS, ELEVAÇÃO DE IMPOSTOS, ENORME ENDIVIDAMENTO, ETC., ETC.

Como bem refere o jornalista Alexandre Garcia –é importante exercermos o direito e a obrigação do voto. Está em jogo NÃO SÓ O PRÓXIMO QUADRIÊNIO, porque os efeitos das escolhas de agora se tornam duradouros. Por exemplo, o Brasil tem quase R$ 11 trilhões em dívida pública, paga mais de R$ 1 trilhão por ano em juros, é como jogar fora duas Petrobras a cada ano. Por quê? Porque o governo gasta demais e não consegue cobrar tudo em impostos, porque do contrário as pessoas param de pagar.
A Curva de Laffer mostra que, quando a TRIBUTAÇÃO chega a certo ponto, as pessoas preferem deixar de produzir, ou então começam a sonegar. Então, o governo tem de tomar dinheiro emprestado: vende papéis e tem de pagar juros; como o governo gasta muito, só consegue vender seus papéis se oferecer juros altos. E assim os juros sobem para todos. As empresas que dão emprego estão cobertas até o pescoço não só em pagamento de juros, mas também em tributos altíssimos.



