A CEEE Equatorial ampliou sua mobilização para enfrentar os impactos provocados pelo ciclone que atinge o Rio Grande do Sul desde o último domingo (27). Em boletim divulgado nesta manhã de segunda-feira (28), a distribuidora garante que atua em alerta máximo, com equipes de prontidão e trabalhos ininterruptos nas regiões mais afetadas. Cerca de 198 mil clientes enfrentam falta de luz na área de concessão da companhia.

De acordo com as informações divulgadas no boletim, as cidades com maior número de ocorrências são Camaquã, Porto Alegre, Pelotas e Viamão.
Além disso, a região Sul do Estado registrou ventos extremamente fortes. Em Canguçu, as rajadas chegaram a 102 km/h, enquanto Porto Alegre teve registro de até 106 km/h na zona sul, segundo dados da MetSul Meteorologia.
Ventos seguem intensos e riscos permanecem
A previsão indica que os ventos continuarão intensos até o início da noite em diversos pontos do Estado. Por isso, há risco elevado de quedas de árvores, postes e rompimento da rede elétrica, o que pode provocar mais desligamentos ao longo do dia.
Logo, a CEEE Equatorial reforça o pedido de atenção redobrada à população. É fundamental manter distância de cabos no solo e evitar qualquer tentativa de reparo por conta própria.
Canais de atendimento seguem ativos para emergências e registros de falta de luz
Para agilizar os atendimentos e garantir a segurança da população, a empresa mantém todos os canais de comunicação ativos. Os contatos oficiais são:
- WhatsApp Clara: (51) 3382-5500
- Site: equatorialenergia.com.br
- Central de Atendimento: 0800 721 2333
Além disso, a companhia reforça o compromisso com o restabelecimento gradual e seguro do serviço, priorizando as áreas com maior impacto e número de clientes desligados.
Especialistas alertam para continuidade dos efeitos do ciclone
De acordo com a MetSul, o ciclone extratropical ainda atua sobre o território gaúcho. O fenômeno é caracterizado por sua alta intensidade e grande abrangência, o que explica a magnitude dos danos observados.
Esse tipo de evento meteorológico tem se tornado mais frequente, especialmente em períodos de transição climática, como o inverno. Assim, especialistas recomendam que a população acompanhe os boletins oficiais e siga as orientações das autoridades locais.




