A tradicional sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Camaquã, que ocorre tradicionalmente às segundas-feiras, foi oficialmente transferida para a próxima quarta-feira (22). O motivo do adiamento é o ponto facultativo devido ao feriado nacional de Tiradentes (21 de abril). Com as portas fechadas no início da semana, a 59ª Sessão Ordinária promete ser intensa, concentrando as atenções em uma pauta única que envolve recursos públicos e o futuro da educação municipal.

Verba extra em pauta pelos vereadores de Camaquã
O grande destaque do dia é o Projeto de Lei nº 13/2026, assinado pelo prefeito Abner Dillmann. O texto autoriza o Poder Executivo a abrir um crédito adicional especial no valor de R$ 93.532,58.
Diferente do que muitos podem pensar, o valor não vem de novos impostos, mas sim de um superávit financeiro (sobra de recursos) do exercício anterior. O objetivo é claro: injetar dinheiro no Programa Escola de Tempo Integral, garantindo que alunos da rede municipal permaneçam mais tempo no ambiente escolar com atividades pedagógicas, culturais e esportivas.
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Onde o dinheiro será aplicado pela prefeitura de Camaquã?
De acordo com o anexo do projeto enviado pelo gabinete do prefeito ao presidente da Câmara, Vinícios Araújo, o montante será dividido entre:
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Ensino Fundamental: R$ 48.532,58 destinados a materiais de consumo e serviços de terceiros.
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Educação Infantil (Pré-Escola): R$ 45.000,00 focados na manutenção e suporte das atividades.
A votação, que acontece em segunda discussão, decidirá se o município terá o sinal verde para ampliar o ensino integral, uma das bandeiras da atual gestão para melhorar os índices de aprendizagem na região.




