MINHA CASA, MINHA VIDA

Construção civil cresce e amplia acesso ao Minha Casa Minha Vida, diz superintendente da Caixa

Renato Scalabrin detalha mudanças nas faixas de renda e reforça impacto do setor na economia brasileira

A construção civil segue como um dos principais motores da economia brasileira, com impacto direto na geração de empregos e no desenvolvimento regional. O tema foi destaque de entrevista concedida nesta terça-feira (28) pelo superintendente da Caixa Econômica Federal, Renato Scalabrin, à Rádio Acústica FM.

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Foto: Ministério das Cidades

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Durante a conversa, o gestor ressaltou a importância do Minha Casa Minha Vida como ferramenta de inclusão social e econômica. Segundo ele, o programa vem sendo ajustado para atender às diferentes realidades do país, considerando fatores como renda, tamanho dos municípios e valorização dos imóveis.

Ampliação das faixas de renda

Entre as principais mudanças recentes, está a ampliação das faixas de renda, permitindo que mais famílias tenham acesso ao financiamento habitacional com condições facilitadas. Além disso, o programa mantém taxas de juros reduzidas e oferece subsídios que podem chegar a valores significativos, dependendo do perfil do beneficiário.

Scalabrin também destacou que a concessão de crédito é feita com responsabilidade, levando em conta a capacidade de pagamento das famílias. A análise inclui comprovação de renda, movimentações financeiras e limite de comprometimento mensal, evitando que o financiamento se torne um problema no futuro.

Construção civil vem crescendo

Outro ponto abordado foi o impacto da construção civil na cadeia produtiva, movimentando setores como comércio de materiais, serviços e mão de obra. Para o superintendente, cada novo empreendimento gera efeitos positivos na economia local, estimulando investimentos e ampliando oportunidades.

Por fim, ele reforçou que a Caixa tem atuado para incentivar novos projetos habitacionais, inclusive com modalidades como imóveis na planta e linhas de crédito para reformas. A expectativa é que as novas condições ampliem ainda mais o acesso à casa própria e fortaleçam o setor nos próximos anos.