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Política

CPI da Equatorial é instalada na Câmara de Vereadores de Porto Alegre 

Trabalhos começam na próxima quinta-feira. Hoje, foi definida a composição de Vereadores que vão atuar na Comissão 
Foto: Emerson Sempé/CMPA
Foto: Emerson Sempé/CMPA

A Câmara Municipal de Porto Alegre instalou nesta quinta-feira (22/2), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a atuação da empresa de energia elétrica CEEE Equatorial.

A CPI será presidida pela vereadora Cláudia Araújo (PSD), autora do requerimento de instalação da comissão, e tem prazo de 120 dias, prorrogáveis por mais 60, para concluir os trabalhos. Hoje foi definido que a Vereadora Comandante Nadia(PP) será a relatora e a Vereadora Fernanda Barth asusme como vice-presidente da comissão.

Os trabalhos começam na próxima quinta feira. O tempo das reuniões da CPI é de duas horas. Cláudia Araújo, que é da base governista, garante que eventuais falhas da prefeitura também serão investigadas

“Todas responsabilidade da prefeitura é a questão arbórea.Todas aquelas coisas que estiverem erradas, seja do município ou da Equatorial, nós vamos colocar nesse documento e vamos fazer cumprir”, destacou.

Investigação

Conforme o requerimento que deu origem à CPI, a comissão pretende investigar o estado real estrutural do sistema elétrico de distribuição e fornecimento de energia elétrica em Porto Alegre; o cumprimento do cronograma de manutenção da rede e demais serviços; se os equipamentos implantados vêm seguindo critérios técnicos a fim de evitar danos à rede de esgoto cloacal e pluvial; a real composição do quadro de funcionários diretos e contratados da concessionária; o gerenciamento e relacionamento com o seu maior cliente, a cidade de Porto Alegre; o planejamento e a execução do plano de pronta resposta quanto ao religamento do sistema após a ocorrência de eventos climáticos; o planejamento e a execução do manejo arbóreo; e o relacionamento da concessionária com seus clientes.

CPI na Assembleia 

Em paralelo, a oposição ao governo Leite busca a última assinatura para poder instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito. A base do governo também está colhendo assinaturas, mas para a criação de uma Comissão Especial, que não tem poder de realizar convocações e investigação