O cenário político das eleições 2026 no Rio Grande do Sul sofreu um forte abalo com a ofensiva do Ministério Público Eleitoral (MPE). O órgão apresentou ações de impugnação contra 13 pedidos de candidatura para as eleições deste ano, número que ainda pode crescer com o avanço da campanha. Caberá agora ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS) julgar e decidir o futuro dos políticos alvos das manifestações.

A estrutura do MPE reúne membros do Ministério Público Estadual (MPRS) e do Ministério Público Federal (MPF), atuando sob a coordenação da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no estado, além do trabalho de promotores nas zonas eleitorais. A maioria dos contestações nas eleições deste ano, envolve postulantes às cadeiras de deputado estadual e federal, além de uma vaga ao Senado.
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Entenda os motivos e quem são os alvos das ações nas eleições 2026:
Os pedidos de veto baseiam-se em exigências da legislação eleitoral, como a Lei da Ficha Limpa, condenações criminais, rejeição de contas públicas e irregularidades administrativas.
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Aiesa Carolina de Souza Pedroso (Solidariedade) – Deputada Federal: Descumprimento do prazo legal de desincompatibilização (não afastamento de cargo ou função pública três meses antes da eleição).
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Apoena Ribeiro Medeiros (Podemos) – Deputado Estadual: Existência de condenação criminal transitada em julgado.
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Arilto Jorge de Almeida (PP) – Deputado Estadual: Condenação criminal por decisão colegiada ou transitada em julgado.
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Ary José Vanazzi (PT) – Deputado Federal: Suspensão dos direitos políticos decorrente de condenação por ato doloso de improbidade administrativa.
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Carlos Adriano Silveira Carneiro (PSD) – Deputado Estadual: Contas públicas rejeitadas por irregularidade insanável e ato doloso de improbidade.
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Daniel Elias de Souza Junior (Democrata) – Deputado Federal: Condenação criminal emitida por órgão judicial colegiado ou com trânsito em julgado.
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Edivilson Meurer Brum (MDB) – Deputado Estadual: Condenação por crimes contra a administração pública em decisão colegiada ou transitada em julgado.
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Evaristo Pinheiro Righetto (Republicanos) – Deputado Estadual: Registro de condenação criminal por órgão colegiado ou transitada em julgado.
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Marcia Regina Winter (Democrata) – Deputada Federal: Condenação colegiada ou transitada em julgado por crimes contra a administração e o patrimônio público.
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Marta Dina Vieira Alvarez da Rocha (Avante) – Deputada Federal: Irregularidade na filiação partidária (falta de condição de elegibilidade).
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Paulo Afonso Bregolin de Azevedo (PSB) – Deputado Federal: Condenação criminal proferida por órgão colegiado ou transitada em julgado.
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Ricardo Herbert Jones (PCO) – Senador: Condenação criminal em decisão transitada em julgado ou por órgão colegiado.
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Robert Brocca Peres (Cidadania) – Deputado Estadual: Decisão judicial colegiada ou transitada em julgado por crimes contra a administração pública.



