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Estado tem 13 casos de mormo em cavalos

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Já chega a 13 o número de casos de mormo confirmados em equinos no Rio Grande do Sul desde a identificação do primeiro foco da doença, em 2015. O último equino diagnosticado com a enfermidade vive em uma propriedade de Nova Ramada, no Planalto Médio, e vai ser sacrificado nesta terça-feira. A propriedade está interditada e em saneamento. No total, são nove focos, identificados em oito cidades, envolvendo 13 animais.

A Secretaria da Agricultura e Pecuária do Estado garante que todas as propriedades rurais com focos de mormo já haviam sido interditadas e passaram por procedimentos sanitários antes da confirmação dos casos. Outras dezenas de locais permanecem sob vigilância por suspeita de mormo. Conforme a legislação brasileira e recomendações internacionais, os animais identificados com a doença devem ser sacrificados, já que não existe tratamento.

O mormo é uma doença infectocontagiosa grave que acomete os equinos e é transmitida por meio de secreções de animais contaminados e pode infectar humanos, ainda que raramente.

Controle

O controle do mormo envolve o isolamento da área onde existirem animais doentes, sacrifício de cavalos positivos às provas de diagnóstico, isolamento e reteste dos suspeitos, cremação dos cadáveres no próprio local, desinfecção das instalações e de todo material que esteve em contato com doentes, excreções ou secreções.

Veja onde foram confirmados focos da doença:

– Rolante: 2 foco com 2 equinos positivos

– Uruguaiana: 1 foco com 1 equino positivo

– Alegrete: 1 foco com 1 equino positivo

– Santo Antônio das Missões: 1 foco com 5 equinos positivos

– São Jorge (animal de Lagoa Vermelha): 1 foco com 1 equino positivo

– Cruz Alta: 1 foco com 1 equino positivo

– Boa Vista do Cadeado: 1 foco com 1 equino positivo

– Nova Ramada: 1 foco com 1 equino positivo.