A Justiça condenou, nesse domingo (03), o ex-vice-presidente de Patrimônio do Sport Club Internacional, que ocupou o cargo no biênio 2015/2016, a 10 anos e seis meses de reclusão em regime fechado, além do pagamento de multa. Ele foi considerado culpado pelos crimes de estelionato, em 209 ocorrências, e participação em organização criminosa.

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A sentença é um novo desdobramento da Operação Rebote, conduzida pelo promotor Flávio Duarte, da Promotoria Especializada Criminal do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS).
O caso foi desmembrado da ação penal principal, que resultou, em março de 2024, na condenação do ex-presidente, do ex-vice de Finanças e de outros quatro envolvidos por desvio de mais de R$ 13 milhões dos cofres do clube, em fraudes cometidas na década passada.
De acordo com a denúncia, os crimes ocorreram mediante pagamento de notas fiscais falsas por obras nunca realizadas nas áreas sob responsabilidade da Vice-Presidência de Patrimônio: Gestão Patrimonial, Estádio Beira-Rio, Ginásio Gigantinho e Centro de Treinamento.
Além da pena de prisão, o ex-dirigente foi condenado a indenizar o Internacional, assim como os demais já sentenciados.



