A possibilidade de exumação dos restos mortais de Bento Gonçalves da Silva voltou ao centro das discussões em Rio Grande durante as tratativas para a restauração do monumento que abriga o túmulo do líder farroupilha. A estrutura fica na Praça Tamandaré, no Centro da cidade, e passa por debates sobre preservação e valorização histórica.

Tataraneto de Bento Gonçalves defende a proposta
A proposta é defendida por Raul Justino Ribeiro Moreira, tataraneto de Bento Gonçalves e integrante da comissão criada para acompanhar o processo de recuperação do monumento. Segundo ele, a ideia é aproveitar o período de obras para realizar estudos científicos nos restos mortais do militar e político gaúcho.
De acordo com Raul, as análises poderiam identificar possíveis doenças enfrentadas por Bento Gonçalves ao longo da vida, seguindo metodologia semelhante à utilizada em pesquisas realizadas com membros da família imperial brasileira. Ele afirma que a iniciativa teria caráter histórico e científico.
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A tentativa de exumação não é inédita. Em 2018, familiares já haviam iniciado tratativas em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e com autorização de órgãos responsáveis pelo patrimônio histórico. Na época, porém, o processo não teve continuidade.




