O governo do Estado publicou, em edição extra do Diário Oficial (DOE) desta sexta-feira (19), a nomeação de mais 371 policiais penais e 43 técnicos administrativos da Polícia Penal. Os policiais penais nomeados representam os candidatos que pediram final de fila em outras chamadas do concurso de 2022. O chamamento está alinhado à permanente reposição de efetivo da Polícia Penal, atualmente o maior de sua história.

O secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Cesar Kurtz, valorizou o chamamento e a importância dos investimentos feitos no sistema prisional. “A nomeação desses novos policiais traz mais segurança para as unidades prisionais e fortalece a nossa categoria como nunca antes foi feito.”
Desde 2019, quando iniciou o primeiro mandato do atual governo, foram chamados 5.362 servidores para integrarem os quadros da Polícia Penal, sendo 3.809 policiais penais, 961 técnicos administrativos e 592 analistas da Polícia Penal.
A nomeação de novos servidores, aponta o superintendente da Polícia Penal, Sergio Dalcol, representa mais um importante passo no fortalecimento da instituição. “A ampliação do efetivo contribui diretamente para a segurança dos estabelecimentos prisionais, para a execução das políticas de tratamento penal e para a melhoria das condições de trabalho dos nossos servidores”, ressalta.
Após a posse, os novos servidores passam pelo Curso de Formação Profissional na Academia da Polícia Penal (Acadeppen), com duração aproximada de três meses. Entre as disciplinas ministradas estão defesa pessoal e imobilização; atendimento pré-hospitalar; gerenciamento de crise; inteligência penitenciária, monitoração eletrônica; e Lei de Execução Penal.
Neste mês de junho, a Polícia Penal formou a maior turma da história da instituição, recebendo 651 novos servidores, para fortalecer a segurança e a operação do sistema prisional gaúcho.
Polícia Penal
A Polícia Penal, instituição essencial à segurança pública e à execução penal, vinculada ao órgão administrador do sistema penal do Estado, a Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo, é responsável pela segurança e a administração dos estabelecimentos penais do Estado.
Competem à Polícia Penal as atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais, devendo atuar para a manutenção da ordem e da disciplina no sistema prisional, para a reintegração social dos presos e para o combate ao crime organizado no âmbito do sistema prisional, cabendo-lhe atuar na fiscalização de pessoas monitoradas ou em cumprimento de prisão domiciliar.
A rede prisional administrada pela Polícia Penal compreende 113 unidades prisionais, entre presídios, penitenciárias, centros de custódia hospitalar, centro de triagem, instituto psiquiátrico, institutos penais, colônia penal, fundação e institutos penais de monitorações eletrônica. Organizadas em 10 regiões penitenciárias, as casas prisionais estão distribuídas pela capital e pelo interior do Estado, acolhendo presos dos regimes aberto, semiaberto e fechado.
Fonte: Secom


