A presidente do Hospital Nossa Senhora Aparecida (HNSA), Amanda Oro, afirmou nesta quinta-feira (4), em entrevista à Rádio Acústica FM, que os salários dos funcionários estão em dia, que há estabilidade financeira crescente na instituição e que o hospital recebeu resposta positiva sobre a regularização do CEBAS, selo de filantropia indispensável para o acesso a verbas estaduais e federais.

Além das regularizações, houve substituição de profissionais no pronto socorro após reclamações sobre atendimentos. Segundo Amanda, todas as denúncias envolvendo negligência, imprudência ou imperícia são investigadas, e eventuais medidas são adotadas pela direção.
A presidente destacou que o objetivo é corrigir falhas e manter regularidade no atendimento de urgência.
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Salários pagos e estabilidade financeira
De acordo com a presidente, os salários “não estão em atraso”. O pagamento ocorre em duas parcelas, prática adotada ao longo dos últimos anos. A primeira parcela depende da entrada dos recursos do programa Assistir, do governo do Estado, enquanto a segunda é completada com verbas do MAC.
O hospital pagou a primeira parcela do 13º salário e, segundo Amanda, o recebimento em duplicidade do Assistir no último mês permitirá quitar a segunda parcela. A direção projeta ainda pagar o salário de dezembro em parcela única, após um período prolongado de déficit financeiro.
Amanda afirmou que o HNSA vive um processo de reorganização administrativa e financeira, atribuindo a melhora ao aumento de repasses e à retomada da credibilidade da instituição junto aos governos estadual e federal. Segundo a presidente, essa nova visibilidade reforça a capacidade do hospital de acessar programas e ampliar serviços.
CEBAS regularizado: impacto direto nos repasses
A presidente destacou que o hospital recebeu sinalização positiva sobre a regularização do CEBAS (Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social). O documento é obrigatório para a manutenção do caráter filantrópico e condição essencial para receber qualquer verba estadual ou federal.
Sem o CEBAS, o hospital não poderia aderir a programas de financiamento ou ampliar convênios.



