A saúde mental dos trabalhadores do campo deixou de ser um tabu e passou a ser tratada como prioridade máxima e urgente. Em um encontro estratégico realizado na sede da FETAG-RS, a Comissão Regional de Mulheres Trabalhadoras Rurais (das regiões Costa Doce e Carbonífera) debateu a fundo o impacto emocional silencioso que atinge milhares de famílias de agricultores e pecuaristas familiares gaúchos.

O drama Invisível da saúde mental no campo
Conduzida por Jaciara Muller, secretária-geral da FETAG-RS, a roda de conversa sobre saúde mental expôs os desafios severos e as pressões diárias enfrentadas no meio rural. O debate acendeu um alerta sobre a necessidade imediata de apoio psicológico e acolhimento para o setor. O evento ganhou ainda mais peso com a participação de Lerida Pavanelo, coordenadora estadual de mulheres, e da assessora Taís Reichert, que reforçaram o papel do movimento sindical na defesa do bem-estar social dessas trabalhadoras.
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Marcha das Margaridas 2027 e o futuro do protagonismo feminino
Além das discussões de saúde pública, o encontro liderado pela coordenadora regional Josevane Duarte definiu os próximos passos para mobilizações de massa, com destaque para o planejamento da Marcha das Margaridas 2027. A pauta também incluiu o alinhamento de rifas institucionais e a organização de eventos voltados exclusivamente para mulheres dirigentes sindicais.
Encerrando a agenda, a assessora regional Jéssica Teifke Rödel apresentou o cronograma de ações municipais e regionais para este e os próximos anos. O plano de metas consolida a força, a união e o protagonismo político das mulheres trabalhadoras rurais, mostrando que o campo não vai apenas produzir alimentos, mas também liderar grandes transformações sociais.
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