A Prefeitura de Mariana Pimentel abriu uma investigação interna para apurar o caso dos fragmentos de ossos humanos encontrados no lixo do Cemitério Municipal. A decisão ocorre após denúncias sobre o descarte irregular de restos mortais durante a limpeza de uma sepultura antiga. O governo municipal negou que os funcionários tenham jogado o material fora de propósito e levantou a suspeita de que o episódio possa ter motivação política para desgastar a gestão pública local.

Caso em Mariana Pimentel pode ter ligação com limpeza em cemitério
O caso começou quando a equipe do cemitério realizava a limpeza e a organização de túmulos abandonados, amparada por leis municipais e editais publicados desde 2020. Segundo a prefeitura, a sepultura em questão é anterior a 2006, ano em que o Executivo começou a registrar os sepultamentos da cidade. Como o jazigo estava em ruínas e sem identificação, os servidores abriram o local e relataram ter encontrado apenas roupas velhas e pedaços de madeira podre de um caixão.
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Regras Ambientais: De acordo com as normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), restos mortais retirados de túmulos não podem ser jogados no lixo comum. Eles devem receber destinação sanitária e ecológica adequada, sendo guardados em um ossário, que é o local específico para o armazenamento de ossos.
A reviravolta em Mariana Pimentel ocorreu depois que uma denúncia levou as autoridades a vistoriarem os sacos de lixo retirados do túmulo. Neles, foram achados fragmentos ósseos que os funcionários afirmam não ter visto durante o trabalho de retirada. Assustada com a diferença entre o relato da equipe e o material encontrado, a administração municipal prometeu ouvir todas as testemunhas e punir os responsáveis caso seja comprovada alguma irregularidade no processo.





