Região Sul

Pelotas inaugura horta urbana gigante com mais de 5 mil metros

No local, são colhidos mensalmente, cerca de 150 quilos de hortaliças

A paisagem da região portuária de Pelotas acaba de ganhar um novo tom de verde que promete transformar a realidade local. Foi lançado oficialmente o projeto “Do Canteiro ao Prato”, uma iniciativa audaciosa da Otroporto Indústria Criativa que une o cultivo de alimentos orgânicos à capacitação profissional de jovens da periferia.

Pelotas inaugura horta urbana gigante com mais de 5 mil metros
Foto: Vinicius Peraça/Divulgação

Localizada estrategicamente na rua Conde de Porto Alegre, a horta urbana ocupa uma área de 5.300 m² e já apresenta números impressionantes: são colhidos, mensalmente, cerca de 150 quilos de hortaliças. O destino dessa produção não é o lucro, mas sim o combate à insegurança alimentar. Instituições como a Cozinha Solidária do Satolep Invisível, o Instituto Hélio de Angola e o Kilombo Urbano são os principais beneficiados, recebendo alimentos frescos e livres de agrotóxicos.

“A proposta vai além do plantio; é uma ferramenta de transformação social que integra a comunidade portuária”, afirmam os organizadores.

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Educação e Futuro: Oportunidades para Jovens em Pelotas

O projeto, com cronograma definido até 2028, foca na qualificação profissional. Jovens de 16 a 20 anos, matriculados na rede pública, podem se inscrever no curso gratuito de Agricultura e Meio Ambiente. A formação oferece:

  • Bolsa com vale-transporte e lanche;

  • Certificação técnica para o mercado de trabalho (paisagismo, jardinagem e gestão ambiental);

  • Aulas no turno inverso ao escolar.

As primeiras turmas já têm data marcada: a primeira etapa ocorre entre maio e julho, enquanto o segundo ciclo inicia em setembro. Com apenas 15 vagas por turma, a disputa promete ser acirrada para quem busca empreendedorismo e uma nova perspectiva de carreira no setor sustentável.

Tags: agricultura orgânica, cursos gratuitos Pelotas, Do Canteiro ao Prato, educação ambiental, horta urbana, Inclusão social, Otroporto, Pelotas, região portuária, Satolep Invisível, Segurança Alimentar, sustentabilidade