A Justiça determinou, em decisão liminar, a interdição de um estabelecimento especializado em comida japonesa em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A medida também impede a empresa de comercializar produtos por meio da plataforma iFood até que as irregularidades apontadas sejam sanadas.

Comida japonesa requer alto padrão de armazenamento
A decisão foi tomada após ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS). O órgão informou que a medida foi motivada por sucessivas fiscalizações da Vigilância Sanitária, que identificaram uma série de problemas nas condições de funcionamento do local.
Segundo o Ministério Público, as inspeções encontraram peixes armazenados em temperatura inadequada, presença de esgoto na área de manipulação dos alimentos, falhas de higiene, deficiências na estrutura do estabelecimento e irregularidades relacionadas às condições de saúde dos funcionários responsáveis pelo preparo dos alimentos.
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Conforme o promotor de Justiça Leonardo Giardin de Souza, uma das operações resultou na inutilização de 20 quilos de alimentos considerados impróprios para o consumo. O representante do Ministério Público afirmou ainda que a ação judicial foi proposta porque o responsável pelo estabelecimento não demonstrou interesse em resolver a situação por meio de acordo extrajudicial.




