A Corsan e a Prefeitura de Camaquã realizaram na quinta-feira (19) a primeira reunião de 2026 para tratar do projeto de tratamento de esgoto no município. O encontro marcou o início de uma série de reuniões quinzenais para acompanhar o cronograma das obras e o cumprimento das metas previstas no Marco Legal do Saneamento Básico.

Camaquã tem sete anos para sair de 0% de cobertura e alcançar 90% de tratamento de esgoto. A meta foi fixada pela legislação federal. Segundo a companhia, o plano prevê investimento de R$ 195 milhões até 2033.
A Corsan foi privatizada recentemente e adquirida pelo Grupo Aegea. A área para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) já foi comprada às margens da BR-116, próximo à Associação dos Protetores de Animais de Rua de Camaquã (ARCA).

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De acordo com o cronograma apresentado, as obras devem começar ainda em 2026. A primeira etapa inclui a construção da ETE e o início da rede coletora nos bairros Olaria, Cohab e Getúlio Vargas. A estimativa é atender cerca de 2.500 moradores.
A prefeitura criou um Departamento de Saneamento Básico para fiscalizar e acompanhar o contrato. Embora a responsabilidade pelo saneamento seja dos municípios, é comum a concessão do serviço a empresas especializadas.
No fim de 2024, Camaquã renovou por 30 anos o contrato com a Corsan. A empresa passou a responder pelo tratamento de esgoto e pelo abastecimento de água na cidade.
Além de representantes da companhia e do novo departamento, participam das reuniões os secretários de Governo, Habitação e Infraestrutura, áreas ligadas diretamente ao projeto.
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