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CRESCIMENTO

Rio Grande do Sul chega a 49 mortes causadas por dengue neste ano

São mais de 23 mil casos confirmados da doença no Estado
Foto: CristineRochol/PMPA
Foto: CristineRochol/PMPA

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), vinculado à Secretaria da Saúde, confirmou na última semana mais um óbito por dengue no Rio Grande do Sul. Trata-se de uma mulher, residente em Gravataí, de 50 anos. Com esse, o total no RS em 2023 chega agora a 49 óbitos.

A pessoa tinha comorbidade e o falecimento ocorreu em 13 de junho. A SES reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.

Principais sintomas:
– Febre alta (39 a 40°C), com duração de dois a sete dias
– Dor retroorbital (atrás dos olhos)
– Dor de cabeça
– Dor no corpo
– Dor nas articulações
– Mal-estar geral
– Náusea
– Vômito
– Diarreia
– Manchas vermelhas na pele (com ou sem coceira).

Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes aegypti (o mosquito transmissor da doença), com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos e eliminação dos objetos com água parada são ações que impedem o inseto de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.

O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual.

Situação epidemiológica

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 23.617 casos confirmados da doença, dos quais 21.359 são autóctones, que é quando o contágio aconteceu dentro do Estado, com os demais sendo importados (residentes do RS que foram infectados em viagem a outro local).

Em 2022, o RS registrou seus maiores índices da doença em toda a série histórica. Foram mais de 57 mil casos autóctones e outros 11 mil casos importados. Ao todo, foram 66 óbitos em virtude da dengue no ano passado.

Dados completos e por cidade constam no painel da SES em dengue.saude.rs.gov.br.