educação

Empreender aos 21: como a união entre suporte familiar e visão de mercado são aliados no empreendedorismo

No programa Conecta desta quarta (25), Sibele Dora comentou sobre a sua trajetória empreendedora, iniciada aos 21 anos em Camaquã

O programa Conecta da última quarta (25), apresentado por Clarissa Meroni, recebeu Sibele Dora, empresária no ramo da educação em Camaquã, que comentou sobre a sua trajetória no empreendedorismo desde cedo.

Empreendedorismo e educação: Sibele Dora analisa papel da família e inovação na consolidação do Contemporâneo
Foto: AcústicaFM

O apoio familiar no início de uma trajetória empreendedora atua como um catalisador de viabilidade e permanência no mercado. No caso de Sibele Dora, o suporte dos pais forneceu os recursos para a construção da estrutura física aos 21 anos. “Meus pais acreditaram no meu sonho e investiram emocional e financeiramente, dando o terreno e a primeira obra”, relata a empreendedora. Esse aporte eliminou barreiras de entrada comuns a novos negócios e permitiu o foco na operação pedagógica.

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Empreender em Camaquã

Para além do capital, a estabilidade e a herança de credibilidade da família serviram como base para a aceitação do empreendimento pela comunidade. Sibele pontua que a figura do pai facilitou a inserção social do projeto: “Ser filha dele nunca pesou, só abriu caminhos. Ele transmitia segurança e confiabilidade”. O suporte doméstico funciona como uma rede de contenção durante oscilações econômicas ou dúvidas estratégicas. “No empreendedorismo, haverá dias em que você pensará em desistir, e é nesses momentos que o apoio é vital”, afirma.

A sucessão de valores também compõe esse alicerce. A convivência com pais que exerciam funções de liderança ofereceu um modelo de gestão baseado na execução. “Cresci nesse ambiente e isso me inspirou a acreditar que, dando o meu melhor, eu chegaria lá”, explica Sibele. Essa base estruturou a capacidade de ouvir o público e ajustar o modelo de negócio conforme as necessidades sociais. “É importantíssimo que as famílias participem dessa construção, senão seria apenas a vontade de uma ‘dona da verdade’, e isso não daria certo”, conclui.

Tags: Camaquã, empreender