Treze crianças passaram mal após consumirem um bolo em uma escola estadual na zona leste de São Paulo. O caso ocorreu na quarta-feira (7), na Escola Estadual Professora Cristina de Castro Paes, localizada no bairro Jardim Helena. Os estudantes apresentaram sintomas como vômitos, dores abdominais e mal-estar após ingerirem o alimento.

Segundo informações divulgadas por Uol, o bolo foi levado por um aluno e teria sido preparado pela mãe dele. O alimento foi compartilhado com outros estudantes durante uma atividade na escola.
As crianças precisaram de atendimento médico e foram encaminhadas a unidades de saúde da região. Inicialmente, os casos foram tratados como suspeita de intoxicação alimentar.
A ocorrência foi registrada no 63º Distrito Policial, na Vila Jacuí. A mulher responsável pelo preparo do bolo foi levada à delegacia para prestar esclarecimentos. Uma amostra do alimento foi encaminhada para perícia, que deverá auxiliar na identificação da possível causa dos sintomas.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo lamentou o ocorrido e informou que a escola está colaborando com as autoridades para esclarecer as circunstâncias do caso. Dez das 13 crianças que passaram mal já receberam alta médica. Na noite de quinta-feira (8), três estudantes permaneciam internados em hospitais da região. As crianças apresentaram vômitos após consumir o bolo, e as circunstâncias do caso seguem sob investigação. <escape></escape>
A causa do mal-estar ainda depende da investigação e dos resultados da análise pericial. Até o momento, não há confirmação de que tenha ocorrido envenenamento intencional.
Como agir em caso de intoxicação alimentar de crianças ou adultos
Em caso de suspeita de intoxicação alimentar, é importante procurar atendimento médico, especialmente quando há vômitos persistentes, diarreia intensa, dor abdominal forte, febre ou sinais de desidratação. Crianças, idosos e pessoas com a saúde debilitada exigem atenção redobrada. Até receber orientação profissional, recomenda-se oferecer líquidos em pequenas quantidades, se a pessoa estiver consciente e conseguir engolir. Não se deve provocar vômito nem administrar medicamentos por conta própria. Se houver suspeita de contaminação de um alimento, o ideal é interromper o consumo e guardar eventuais sobras, sem manipulá-las desnecessariamente, para auxiliar na investigação da causa. Em situações graves, como desmaio, confusão mental ou dificuldade para respirar, deve-se acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192



