Nos últimos dias, usuários começaram a relatar uma situação inusitada: valores inesperados caindo em suas contas por meio do Pix. As transferências, que variam de R$40,70 a mais de R$200, têm a mesma origem – a Facta Financeira S.A.
O Reclame Aqui já concentra dezenas de queixas sobre o caso. Pessoas afirmam ter recebido dinheiro sem qualquer solicitação ou autorização. Até agora, nenhum desses registros foi respondido pela empresa.
Sem uma explicação oficial, surgem várias dúvidas. Como esses dados pessoais estão sendo usados? Existe chance de fraude ou ataque cibernético? Os clientes que receberam o Pix podem ser cobrados depois?
O que diz o Banco Central?
Procurado, o Banco Central não comentou sobre a Facta em específico. No entanto, reforçou as orientações para quem recebe valores sem origem clara.
O órgão recomenda buscar imediatamente a instituição que fez a transferência, sempre pelos canais oficiais divulgados no site. Também alerta para o risco de golpes, lembrando que criminosos podem usar contatos falsos para enganar os usuários.
Enquanto não há posicionamento da Facta, as transferências seguem levantando suspeitas e preocupações. O mistério sobre a origem desses pagamentos ainda está longe de ser resolvido.




