A eleição para o governo do Rio Grande do Sul começa a ganhar forma, mesmo faltando mais de um ano para a votação. Levantamento da Real Time Big Data, divulgado pela TV Record, mostrou os primeiros cenários com pré-candidatos ao Palácio Piratini.
No primeiro cenário estimulado, Luciano Zucco (PL) aparece na frente, com 26% das intenções de voto. Em seguida vêm Juliana Brizola (PDT), com 20%, e Edegar Pretto (PT), com 19%. Gabriel Souza (MDB) surge em quarto lugar, com 12%. Paula Mascarenhas (PSDB) e Covatti Filho (PP) ficaram com 4% cada.
Já no segundo cenário, Zucco mantém a liderança, com 24%. A novidade é o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), que alcança 21%. Juliana Brizola aparece logo atrás, com 20%, seguida de Edegar Pretto, com 18%.
Rejeição entre os nomes
O levantamento também apontou os índices de rejeição dos pré-candidatos. Juliana Brizola lidera, com 37%, seguida de Edegar Pretto, com 36%. Zucco tem 32%, enquanto Melo registra 26%. Gabriel Souza e Paula Mascarenhas aparecem empatados com 18%, e Covatti Filho soma 16%.
Além da disputa estadual, a pesquisa testou cenários para o Senado, já que em 2026 serão eleitos dois nomes. No primeiro quadro, o governador Eduardo Leite (PSD) lidera com folga, registrando 45% das intenções de voto. Manuela D’Ávila aparece com 24%, Marcel van Hattem (Novo) tem 17% e Sanderson (PL) marca 16%. Paulo Pimenta (PT), Luiz Carlos Heinze (PP), Osmar Terra (MDB, recém-filiado ao PL) e Marcio Biolchi (MDB) aparecem em posições menores.
No segundo cenário, Leite não aparece, e a disputa fica mais equilibrada. Manuela lidera com 28%, seguida de Marcel van Hattem (22%), Paulo Pimenta (20%) e Sanderson (19%).
Avaliação do governador
O levantamento ainda trouxe dados sobre a popularidade de Eduardo Leite. Entre os entrevistados, 64% aprovam sua gestão, enquanto 33% desaprovam. Na avaliação geral, 41% consideram o governo ótimo ou bom, 35% regular e 23% ruim ou péssimo.
O instituto ouviu 1.200 pessoas nos dias 2 e 3 de setembro de 2025. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.




