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Zona Sul tem um único município avaliado com excelência na gestão de resíduos

Entre os municípios da Zona Sul, apenas São Lourenço do Sul conquistou o índice "alto" de sustentabilidade; Pelotas foi classificada como "médio" e Rio Grande "muito baixo"

Um novo levantamento do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU) acendeu o sinal de alerta máximo para a gestão pública na Zona Sul do Rio Grande do Sul. Os dados, referentes ao ano de 2025, revelam um cenário preocupante: a vasta maioria dos municípios da Azonasul ainda patina na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Zona Sul tem um único município avaliado com excelência na gestão de resíduos
Foto: Travelterapia

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Dos municípios que compõem a associação regional, onze receberam a pior classificação possível (Muito Baixo), demonstrando falhas graves na coleta, reciclagem e destinação final do lixo. Outras seis cidades foram classificadas com índice “Baixo” e três atingiram o nível “Médio” — grupo que inclui Pelotas, a maior cidade da região, que ainda busca equilibrar a sustentabilidade econômico-financeira do setor.

Zona Sul tem apenas uma cidade com “alto” índice de sustentabilidade

Enquanto a região enfrenta dificuldades, São Lourenço do Sul isola-se como o único município a conquistar o índice “Alto” de sustentabilidade. O resultado é visto como um marco de resiliência. Historicamente vulnerável a eventos climáticos extremos devido à sua posição geográfica, a cidade tem investido em uma gestão focada no futuro.

O Desafio da Resiliência

A transição para um modelo sustentável, exigida pela lei federal, torna-se urgente em um estado cada vez mais atingido por desastres naturais. O monitoramento do ISLU serve como um espelho para os prefeitos: cidades que não cuidam do próprio lixo hoje estarão muito mais expostas às tragédias ambientais que devem se intensificar nos próximos anos.