A presidente do Hospital Nossa Senhora Aparecida, Amanda Oro, apresentou um balanço do primeiro semestre da gestão e as prioridades para o próximo período. A gestora destacou o novo acordo firmado com o Simers (Sindicato Médico do Rio Grande do Sul):

“Tivemos um contato com o Simers, eles estão nos apoiando. Conseguimos fazer acordos na parte de anestesistas e no cumprimento de protocolos e metas”, afirmou Amanda Meyer.
Desafios e superlotação
A entrevista abordou os desafios enfrentados pelo hospital, como a demanda de pacientes de outros municípios, incluindo Eldorado do Sul e Barra do Ribeiro, o que tem causado superlotação e impactado o atendimento. O hospital se tornou referência para 21 municípios, sobrecarregando a estrutura.
“Essa questão de atendermos 21 municípios, com uma população grande, acaba dando um déficit para a região. Esse hospital não é só de Camaquã, é um hospital regional, e isso dificulta a prestação do atendimento”, explicou Amanda Meyer.
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Habilitação de serviços e busca por convênios
A equipe está trabalhando para habilitar serviços que não eram habilitados, visando garantir o retorno financeiro e a sustentabilidade do hospital. Estão sendo realizados contatos com os municípios para firmar convênios de compra de serviços, buscando uma solução para a superlotação.
Compromisso com o atendimento
Amanda Meyer enfatizou o compromisso da equipe em prestar atendimento a todos os pacientes. Ela destacou o trabalho do Dr. Guilherme e da equipe técnica, que se dedicam para garantir o bem-estar da população.
“Estamos fazendo de tudo para melhorar, para habilitar serviços e para dar assistência. Os feedbacks dos pacientes são o que nos motivam”, finalizou a presidente.
Apelo à união política
Durante a entrevista, foi feito um apelo à união política para que a situação do hospital seja revertida. A necessidade de um estudo das autoridades para solucionar a questão da área de abrangência do hospital foi ressaltada.


