Uma ação conjunta da Divisão de Repressão aos Crimes Rurais e de Abigeato (DICRAB), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), por meio da Delegacia do Consumidor (Decon), resultou na apreensão de 3.336 garrafas e garrafões de vinho falsificado nesta quarta-feira (5), em Porto Alegre. O prejuízo ao crime é estimado em mais de R$ 100 mil.

A operação, que contou com o apoio das Delegacias Especializadas na Repressão aos Crimes Rurais e de Abigeato (Decrab) de Camaquã e Santo Antônio da Patrulha, teve como alvo dez estabelecimentos nos bairros Sarandi, Rubem Berta, Restinga, Lomba do Pinheiro e Agronomia.
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Segundo a Seapi, as investigações começaram após a identificação de bebidas vendidas como “vinho colonial” sem rótulos adequados e sem indicação de fabricante. Análises preliminares constataram que o líquido era composto por corantes, álcool de cana e água, sem características de vinho verdadeiro.
As amostras foram encaminhadas a laboratório para confirmação da fraude. Os responsáveis pelos pontos de venda foram autuados administrativamente e poderão responder por falsificação de produto alimentício e comercialização irregular, crimes que somados podem ultrapassar dez anos de prisão.
De acordo com a DICRAB, a falsificação tem origem em atividades na zona rural e revela uma cadeia criminosa ligada ao meio agrícola. A operação integra ações de fiscalização contínua voltadas ao combate de ilícitos envolvendo produtos rurais.




