A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (19), em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, o principal investigado de um grupo suspeito de produzir armas de fogo com impressoras 3D. Outras 15 pessoas haviam sido detidas até a última atualização da operação. Os nomes dos investigados não foram divulgados. A ação busca desarticular um esquema que, segundo a polícia, envolvia produção, encomenda e distribuição de armamentos.

Conforme a investigação, o grupo tinha integrantes com funções distintas dentro da estrutura. O principal alvo seria responsável pela fabricação das armas, enquanto outros envolvidos cuidavam da organização dos pedidos e da distribuição dos materiais. A Polícia Civil apura a extensão da atividade e a participação de cada suspeito no esquema investigado.
Armas tinham boa qualidade
Os investigadores ainda tentam descobrir como o principal suspeito adquiriu conhecimento para produzir as armas de forma artesanal. Durante os depoimentos, ele afirmou que encontrou informações na internet. A polícia, porém, não descarta a possibilidade de que outras pessoas com conhecimento técnico tenham participado do processo de fabricação ou orientado o investigado.
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A operação continua nesta quarta-feira, com diligências para reunir provas e esclarecer a estrutura do grupo. Os suspeitos permanecem à disposição das autoridades, e a participação individual de cada um será analisada durante o andamento da investigação.





