Pelotas

Artefato explosivo antigo mobiliza Exército e PF em Pelotas

Um morteiro estava em uma área desativada da UFPel

Um morteiro antigo foi descoberto no Centro de Engenharias da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) na última terça-feira (30), durante um serviço de manutenção. O artefato, classificado como explosivo e localizado em uma área desativada do edifício, gerou a imediata mobilização do Exército Brasileiro e da Polícia Federal (PF) pela instituição. A descoberta acendeu o alerta, exigindo uma pronta resposta das autoridades competentes para garantir a segurança da comunidade universitária.

Artefato explosivo antigo mobiliza Exército e PF em Pelotas
Foto: Divulgação

Artefato explosivo antigo mobiliza Exército e PF em Pelotas

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Técnicos do Exército realizaram uma avaliação inicial no local e determinaram que o artefato não representava risco iminente de explosão, conforme comunicado pela UFPel. No entanto, o protocolo de segurança indicou a necessidade de remoção por uma equipe especializada em desarmamento de bombas, conhecida como esquadrão antibombas. Como a cidade de Pelotas não dispõe desse serviço técnico, foi solicitado o apoio e o deslocamento de profissionais especializados vindos da capital, Porto Alegre.

A operação de retirada do morteiro foi executada na tarde da quarta-feira (1º) e transcorreu conforme o planejado. Por uma estrita medida de segurança, o prédio do Centro de Engenharias foi totalmente evacuado durante o procedimento. A ação foi concluída com sucesso e sem registro de incidentes. A agilidade e a coordenação entre as instituições foram cruciais para a rápida resolução da situação e a manutenção da ordem no campus.

A UFPel emitiu uma nota oficial confirmando a remoção do artefato e informou que está no aguardo do laudo técnico final. O documento pericial deve fornecer detalhes cruciais, como a origem, o tipo e o estado de conservação do objeto encontrado no interior da universidade. A instituição preferiu não se manifestar sobre possíveis indícios que pudessem explicar como o morteiro, um item de uso militar, foi parar nas dependências do prédio.

Procurada pela reportagem para detalhar a atuação no caso, a Polícia Federal informou que, neste momento, não se manifestará publicamente sobre a operação ou sobre a investigação em curso. A ausência de posicionamento da PF mantém em aberto a elucidação sobre a procedência e as circunstâncias que levaram o artefato explosivo para dentro de uma instituição federal de ensino superior em Pelotas.

Tags: artefato, explosivo, Pelotas