Uma ótima notícia agitou os brasileiros neste mês: o 13º salário está confirmado em 2025. O pagamento, que representa um reforço importante no orçamento de fim de ano, beneficia trabalhadores com carteira assinada e também aposentados e pensionistas do INSS.
Criado pela Lei nº 4.090 de 1962, o 13º é um direito consolidado ao longo das décadas. Resultado de lutas sindicais e discussões sobre valorização profissional, o benefício tornou-se uma conquista permanente na vida de quem trabalha com carteira assinada.
Quem tem direito a receber?
O pagamento é garantido a todos os trabalhadores contratados pelo regime da CLT. Isso inclui empregados domésticos, rurais, urbanos e avulsos. Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também recebem o benefício, de acordo com as regras do próprio órgão.
Até mesmo os trabalhadores temporários, contratados por período determinado, têm direito ao valor proporcional ao tempo trabalhado. Basta ter atuado por, no mínimo, 15 dias no ano vigente.
Como funciona o cálculo
O valor do 13º leva em conta o salário bruto do trabalhador e o número de meses efetivamente trabalhados. Para cada mês completo, o empregado tem direito a 1/12 do salário. Períodos com 15 dias ou mais contam como mês integral.
Quem trabalhou o ano inteiro recebe o salário cheio como 13º. Já quem entrou no meio do ano recebe proporcionalmente. Adicionais como horas extras e comissões também entram na conta.
Reforço no fim do ano
O 13º salário costuma ser pago em duas parcelas. A primeira, entre fevereiro e novembro, e a segunda até dezembro. O dinheiro é utilizado por muitas famílias para quitar dívidas, fazer compras ou garantir uma ceia mais tranquila no Natal.
Em 2025, a confirmação do pagamento mantém o alívio financeiro para milhões de brasileiros que já contavam com o valor extra. O benefício continua sendo um dos pilares da renda anual de quem trabalha com carteira assinada no país.




